Resíduo

RESÍDUO
fragmento petrarquiano

Lembrança bela que nada escuta
revela, com calma, a mente falsa.
Muda a cada meio passo e fala nada.

“April in Paris” na vitrola rola.
Lenta melodia enrola a noite laura,
Petrarca, da janela do leblon, chora.

Vento de sal descortina a memória,
refresca o céu, a mente assassina,
e o fel interno, inferno, se revolta.

Ouça a canção de Irineu de Palmira

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